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Governador do Amazonas negocia apoio de líderes do tráfico de drogas para o 2º turno

governador-amazonas-jose-melo-acordo-traficoFonte: Revista Veja

A conversa mais parece um bate-papo informal entre amigos em uma mesa de bar. O teor, no entanto, revela uma relação promíscua entre o poder e o crime. O encontro se dá dentro do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), a maior unidade prisional do Amazonas, e reúne na mesma sala o maior traficante do estado e um integrante da cúpula da Secretaria de Justiça. O objetivo do encontro é simples: negociar o apoio das quadrilhas ao candidato à reeleição, o atual governador José Melo (PROS), no segundo turno das eleições, no próximo domingo. São cerca de 30 minutos de uma gravação feita por um dos presentes ao encontro, a que o site de VEJA teve acesso.

“Vamos apoiar o Melo, entendeu? A cadeia…vamos votar minha família toda, lá da rua, entendeu? Não tem nada não, a gente não conhece o Melo (trecho inaudível), a gente quer dar um alô, que ele não venha prejudicar nós. E nem mexer com nós”, diz o traficante José Roberto Fernandes Barbosa, conhecido como Zé Roberto, uma das maiores lideranças da facção Família do Norte, que domina o tráfico em território amazonense.

A resposta vem do subsecretário de Justiça e Direitos Humanos (órgão responsável pelo sistema penitenciário no estado), major Carliomar Barros Brandão: “Não, ele não vai, não”. E esse acordo fica explícito: “A mensagem que ele mandou para vocês, agradeceu o apoio e que ninguém vai mexer com vocês, não”.

A promessa logo no início deixa a conversa mais informal. E durante boa parte do tempo é Zé Roberto quem fala. Em vários trechos o criminoso confessa assassinatos de inimigos ou de quem não reza pela cartilha da quadrilha que controla. Quando o assunto é política, entretanto, mostra-se receptivo e faz promessas como se fosse um cabo eleitoral.

“Tá vendo o que está acontecendo em Santa Catarina (vários ataques)? É o comando dos caras, que estão rodando lá por causa do governo dos caras. Tá vendo aqui, a cadeia tá tudo em paz porque o governo daqui não mexe com nós”, afirma o criminoso num dos trechos, no que ouve a resposta de Carliomar: “O que ele quer é isso, é a cadeia em paz”. O major, em momento algum, fala o nome do governador José Melo na gravação. Procurado por VEJA, no entanto, ele admitiu o encontro, e disse ter ido ao local em missão oficial: “Comuniquei ao secretário porque tínhamos informações de que haveria um banho de sangue lá dentro da cadeia, e fomos tentar conversar para evitar isso”, disse, negando qualquer intenção eleitoreira.

Mas a gravação é clara em outros trechos de que, sim, trata-se de um acordo entre governo e o crime organizado amazonense. Dentro da sala, além do diretor do presídio, capitão José Amilton da Silva, do major Carliomar e de Zé Roberto, estão outros detentos. O oficial diz lembrar apenas de um, mesmo assim pelo apelido: Bicho do Mato. Ele se refere a um dos líderes do bando, Francisco Álvaro Pereira. Zé Roberto fala das condições precárias, de algumas regalias e diz que ele próprio, se quisesse, poderia fugir. “A mensagem que ele mandou para vocês, agradeceu o apoio e disse que ninguém vai mexer com vocês, não”, afirma Carliomar na conversa.

Então, em seguida, faz uma projeção sobre o número de eleitores que conseguirá angariar para José Melo no seguinte diálogo: “Eu acho que de voto ele vai ter de nós mais de cem mil votos”, diz, completando: “Você imagina cada preso que tem família lá, se a gente der uma ordem eles vão cumprir. Não é igual aqueles caras que se der 100 reais que diz que vai votar e não vota. O nosso vai votar no Melo porque nós mandemos (sic)”, afirma. A resposta do subsecretário é seca: “Certo, tô sabendo”.

No final da conversa, já com o clima bem mais ameno, vários interlocutores chegam a fazer piadas. “Não esquece, no 90″, diz o diretor da unidade, capitão Amilton, numa referência ao número eleitoral de José Melo. Outro homem, não identificado pela reportagem de VEJA, emenda: “Eu vou pra uma festa lá na casa (inaudível). Olha o nome: Festa dos anos 90. E vai acabar a festa às 5 horas, 55 minutos da manhã”, diz, para gargalhada geral, numa referência ao número 555, usado pelo ex-governador e agora eleito senador Omar Aziz, de quem José Melo foi vice nos últimos sete anos. Neste momento, então, é de Zé Roberto a promessa final: “O Melo vai ter mais votos de nós do que das outras pessoas que ele vai comprar aí…”.

O site de VEJA procurou o governo do Amazonas para falar sobre o caso. O secretário de Justiça, coronel Louismar Bonates, disse ter sido comunicado por seu subordinado (major Carliomar) do encontro após a reunião. “O objetivo era manter a paz lá dentro da cadeia”, afirmou. Bonates contou ainda um episódio ocorrido há cerca de dois meses, dentro da própria unidade prisional, durante um evento evangélico. Segundo ele, na ocasião o mesmo traficante Zé Roberto se aproximou para falar com ele: “Esse mesmo detento veio dizer que iria votar no José Melo e que era pra eu avisar isso. Eu disse para ele: “Isso aqui não é Colômbia, onde governo se vende para as drogas”. E é claro que não levei recado algum, senão eu seria demitido na hora. O governo não negocia com bandido”, disse o secretário de Justiça e Direitos Humanos.

Relações Perigosas

Trecho 1
Homem – Mano, vamos acertar isso com a direção (inaudível).
Traficante José Roberto Fernandes Barbosa – Vamos apoiar o Melo, entendeu? A cadeia…vamos votar minha família toda, lá da rua, entendeu? Não tem nada não, a gente não conhece o Melo (trecho inaudível), a gente quer dar um alô, que ele não venha prejudicar nós. E nem mexer com nós.
Subsecretário de Justiça Major Carliomar – Não, ele não vai, não.

Trecho 2
José Roberto – O que a gente quer do Melo? Que a polícia faça o trabalho dela, se prender um de nós com droga, vai prender, a gente vai respeitar. A gente não quer que fique matando, porque se matar e a gente começar a matar também. Os caras pensam que nós não tem peito. Nós tem tudo. Nós tem dinheiro, nós tem arma, tem tudo. Nós faz as coisas, se mexer com nós, se mexer com nossa família nós vai mexer, se prender lá fora, se botar na cadeia eu não tô nem vendo. Porque quem leva recado pra ele é você, ou o outro secretário lá. O recado que eu quero que o senhor leve pra ele, de nós, é que nós vamos apoiar ele.
Major Carliomar – Certo.
José Roberto – Que ele prenda nós lá fora com droga, a polícia prendeu com droga eu nô nem vendo. Mas que não venha perturbar nós
Major Carliomar – O que ele quer é sempre a paz na cadeia.
José Roberto – Tá vendo o que está acontecendo em Santa Catarina? É o comando dos caras, que estão rodando lá por causa do governo dos caras. Tá vendo aqui a cadeia tá tudo em paz porque o governo daqui não mexe com nós.
Major Carliomar – O que ele quer é isso, é a cadeia em paz

Trecho 3
Major Carliomar – A mensagem que ele mandou para vocês, agradeceu o apoio e que ninguém vai mexer com vocês, não.
José Roberto – Eu acho que de voto ele vai ter de nós mais de cem mil votos, to te falando
Marjor Carliomar – Então, pra próxima vocês vão ajudar, né?
José Roberto – Você imagina cada preso que tem família lá, se a gente der uma ordem eles vão cumprir. Não é igual aqueles caras que se der 100 reais que vai votar e não vota. O nosso vai votar no Melo porque nós mandemos.
?Major Carliomar – Certo, tô sabendo.

 



 

Um adolescente foge e quatro são recapturados por agentes em unidade do Degase na Ilha

Cinco adolescentes tentaram fugir da Escola João Luiz Alves, unidade do Degase para adolescentes infratores, nesta madrugada serrando a janela do alojamento às cinco da manhã. Três agentes que estavam de plantão no horário perceberam a ação e conseguiram evitar a fuga de quatro deles. O primeiro que saiu da janela aproveitou uma construção dentro da unidade para subir o muro e chegar a rua.

escola-joao-luiz-alvesEscola João Luiz Alves, a “Mansão”

Durante o motim adolescentes de outro alojamento iniciaram um incêndio em colchões que foi controlado por agentes. A ocorrência de motim, dano ao patrimônio público e ameaça aos funcionários foi registrada na 37ª DP.

O fugitivo pertence a facção comando vermelho e é morador da favela Proença Rosa, não vai poder voltar para casa pois a comunidade foi tomada pelo traficante Playboy do Morro da Pedreira, outros internos contaram que o rapaz tem abrigo no tráfico de drogas da Cidade Alta e provavelmente foi para lá.

Vale lembrar que agentes do Degase não portam nenhum tipo de arma além do spray de pimenta que só pode ser usado por funcionários que fazem teste psicotécnico e curso de formação na SEAP.

degase-escola-joao-luiz-alves

 



 

Traficantes do Comando Vermelho botam a polícia para correr na Praça Seca

rua-capitao-machado-praca-secaCriminosos ligados à venda de drogas na rua Capitão Menezes atacaram uma patrulha da PM na esquina com a rua Japurá por volta das 17 horas desta sexta-feira. Os policiais ainda tentaram resistir mas, segundo testemunhas, foram “empurrados” rua abaixo pelo poder de fogo dos traficantes.

A farsa montada pelo 9º BPM na Praça Seca no período eleitoral não chegou ao segundo turno, as viaturas e o caveirão que ficavam enfeitando as esquinas foram embora. Não é possível que a inteligência da polícia militar não saiba que no final das ruas Capitão Menezes e Capitão Machado aconteçam reuniões com até 50 vagabundos, um morador hoje me contou que já ligou dezenas de vezes para 190 e Disque Denúncia sem resultado.

Este morador se revolta com audácia dos bandidos e a leniência das policias. É obrigado a acender a luz interna do seu carro e piscar faróis quando chega do trabalho e mesmo fazendo o que lhe é ordenado tem que aturar ser abordado por um cretino com um fuzil perguntando onde ele vai.

A corrupção do 9º BPM não é ação isolada de praças. A parte da polícia que não está podre fica isolada levando tiro e tendo de fugir sem cobertura dos colegas de farda.

 



 

Bandidos armados com fuzis são fotografados em Madureira

Fotos que circularam nesta terça-feira em várias redes sociais mostram traficantes armados passando pela Avenida Ministro Edgar Romero, uma das principais vias de Madureira, bairro da Zona Norte do Rio. No entanto, diferentemente da informação inicial compartilhada pela internet, as imagens são um pouco mais antigas do que se supunha – mas nem por isso menos graves. O registro foi feito na manhã do último dia 5, justamente o domingo em que ocorreram as eleições. Em outras palavras, enquanto cariocas saíam de casa para votar, criminosos exibiam fuzis e pistolas à luz do dia.

“Isso é o que enfrentamos todos os dias… Bandidos fortemente armados na Edgar Romero, em Madureira, enquanto nós, policiais, temos que nos contentar com uma pistola calibre 380 para bater de frente indo ou voltando do batalhão, ou até mesmo passeando com a família”, escreveu um PM ao publicar as fotos em seu perfil no Facebook.

bandidos-madureira

Segundo policiais militares do 9º BPM (Rocha Miranda), e também de acordo com o relato de testemunhas, houve na ocasião um intenso confronto entre traficantes de facções rivais oriundos dos morros da Serrinha e da Congonha, comunidades separadas pela avenida em questão. Moradores contam que foi possível ouvir tiros durante a maior parte do dia. Por volta das 11h, bandidos da Serrinha desceram pela Rua Lambari em direção à Edgar Romero. Na esquina entre as duas vias, pelo menos quatro criminosos apontaram armas e fizeram ameaças em direção à outra favela.

— Foi um susto enorme, eles ficaram andando armados de um lado para o outro. Como se não bastasse passar o dia da votação ouvindo disparo, ainda tivemos que dar de cara com marginal na porta de casa. É um absurdo — disse uma comerciante e moradora do bairro, pedindo anonimato.

Em seguida, o grupo armado andou cerca de cem metros pela própria Avenida Ministro Edgar Romero. No caminho, passou diante de um prédio da Caixa Beneficente da Polícia Militar do Rio, onde moram vários PMs e/ou seus familiares. Os traficantes também circularam bem em frente à Estação Vila Queiroz do BRT Transcarioca. Por fim, retornaram para a Serrinha pela Rua Costa da Fonseca.

Procurada, a 29ª DP (Madureira), responsável pelos casos que ocorrem na região, informou que não tomou conhecimento das imagens que mostram os criminosos armados. A delegacia, contudo, confirmou que houve confrontos entre traficantes no dia da eleição.

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Suspeito de integrar milícia é preso com armas e fardas da polícia

Suspeito de integrar uma milícia que atua em Sepetiba e Santa Cruz, bairros da Zona Oeste do Rio, Luiz Ricardo Gerônimo da Silva, de 27 anos, foi preso nesta segunda-feira por policiais da 36ª DP (Santa Cruz). Ele estava numa casa na Praia Dona Luíza, em Sepetiba, com armas, fardas e coletes. Luiz foi autuado por receptação, porte de arma de uso proibido e uso proibido de símbolos e uniformes de funções públicas.

Além do material – uma pistola 9 mm, dois carregadores municiados, uma arma de brinquedo, uma farda da e três coletes usados pela Polícia Militar, duas fardas da Marinha e uma touca-ninja -, os agentes recuperaram uma picape Mitsubishi. O automóvel está avaliado em R$ 200 mil e havia sido roubado em junho deste ano, na área da 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes).

Luiz-Ricardo-Geronimo-da-Silva

 



 

Traficante Fernandinho da Grota é preso com dois quilos de pasta base no Complexo do Salgueiro

Traficante-Fernandinho-da-GrotaTraficante identificado como Fernandinho da Grota foi preso por PMs do 7º BPM (São Gonçalo) no início da tarde deste sábado, na comunidade do Salgueiro, em São Gonçalo. Segundo a PM, com o acusado foram apreendidos dois quilos de pasta base de cocaína, 10 quilos de substância química para mistura, uma pistola 9mm, dois carregadores, uma granada e um veículo clonado.

Fernandinho da Grota é apontado pela polícia com um dos principais traficantes de drogas da Grota do Surucucu e da Igrejinha, em Niterói. Ele está sendo levado para a 73ª DP (Neves), junto com o material apreendido.

— Estávamos na comunidade desde a madrugada, para impedir a realização de bailes funk. Houve alguns confrontos e conseguimos localizar e deter o Fernandinho em flagrante. Até para sair de lá foi difícil. Foram disparados muitos tiros contra os policiais — comentou o coronel Fernando Salema, comandante do 7º BPM (São Gonçalo).

 



 

Ministério da Saúde informa que primeiro exame de paciente com suspeita de ebola deu negativo

sintomas-ebolaFonte: G1

O Ministério da Saúde informou neste sábado (11) que o exame do paciente suspeito de infecção pelo vírus ebola teve resultado negativo. A confirmação, no entanto, só deve ocorrer após um segundo exame comprovar que o paciente realmente não tem o vírus, informou o Ministério. O estado de saúde de Souleymane Bah, de 47 anos, é bom e ele não apresenta febre. Ainda de acordo com o ministério, ele está em “isolamento total” no Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, no Rio de Janeiro (RJ).

O Ministério da Saúde informou neste sábado (11) que o exame do paciente suspeito de infecção pelo vírus ebola teve resultado negativo. A confirmação, no entanto, só deve ocorrer após um segundo exame comprovar que o paciente realmente não tem o vírus, informou o Ministério. O estado de saúde de Souleymane Bah, de 47 anos, é bom e ele não apresenta febre. Ainda de acordo com o ministério, ele está em “isolamento total” no Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, no Rio de Janeiro (RJ).

O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, disse que ninguém mais no Brasil precisou ficar em isolamento por causa da suspeita de ebola. “Nem mesmo os três profissionais que tiveram contato com ele, porque não tiveram contato com secreções”, disse.

Bah saiu da Guiné no dia 18 de setembro e chegou ao Brasil no dia 19, depois de uma escala em Marrocos. O africano seguiu de ônibus para a Argentina e, ao entrar novamente no país, pediu refúgio no posto da Polícia Federal da cidade de Dionísio Cerqueira, em Santa Catarina. No dia 24, foi para Cascavel, no Paraná, onde se hospedou em um albergue com outros dois africanos.

Nesta quinta-feira (9), procurou uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em depois de apresentar febre. Ele relatou que o sintoma começou na quarta-feira (8).

Nesta sexta-feira (10), o guineano foi levado para o Rio de Janeiro em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e encaminhado ao Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, ligado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), referência em doenças infecciosas.

Bah chegou ao Brasil na condição de refugiado e, de acordo com o documento expedido pela Coordenação Geral de Polícia de Imigração, pode permanecer no país até 22 de setembro de 2015.

Transmissão

O ebola é uma doença infecciosa grave provocada por um vírus. Os sintomas iniciais são febre de início repentino, fraqueza intensa, dores musculares, dor de cabeça e dor de garganta. Depois vêm vômitos, diarreia e sangramentos internos e externos. Ela é transmitida pelo contato direto com os fluidos corporais da pessoa infectada: sangue, suor, saliva, lágrimas, urina, fezes, vômito, muco e sêmen. Não há risco de contaminação pelo ar.

Quem tiver voltado de um dos países da África afetados pela epidemia – Libéria, Guiné ou Serra Leoa – e apresentar febre ou algum dos outros sintomas, deve procurar uma unidade de saúde e informar a equipe sobre a viagem. Dúvidas sobre a doença podem ser tiradas com o Disque Saúde, do Ministério da Saúde, no número 136.

Ajuda

Chioro anunciou que o governo brasileiro vai doar mais dez kits médicos para combate à doença para Guiné, Libéria e Serra Leoa, que sofrem com surto do ebola. De acordo com Chioro, cada kit tem potencial para atender 500 pessoas durante três meses e possui 48 itens, sendo 30 medicamentos.

s três países vão receber também do governo brasileiro 6,4 mil toneladas de arroz beneficiado e 4,6 mil toneladas de feijão. O governo vai gastar R$ 13,4 milhões com as doações.

Pela manhã, o ministro disse que uma notificação sobre a suspeita de que o africano no Brasil esteja com ebola foi expedida à Organização Mundial da Saúde (OMS) na madrugada desta sexta.

Telefonemas

O ministro disse que a população tem buscado informações sobre a doença. Segundo ele, 64% das ligações recebidas pela pasta até as 15h desta sexta-feira tinham ebola como tema. Foram, ao todo, 899 chamadas. “Isso mostra a preocupação das pessoas”, afirmou.

O assunto também ficou entre os mais citados nas redes sociais depois que o Brasil registrou seu primeiro caso suspeito da doença.

 



 

Após denúncias de corrupção, Portal Procurados lança cartaz com criminosos do morro do Dendê na Ilha

O Portal dos Procurados lança, neste sábado, cartaz com as fotos de criminosos ligados ao tráfico de drogas que agem no Morro do Dendê, na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio. A venda de drogas é comandada pelo traficante Fernando Gomes de Freitas, o Fernandinho Guarabu, também conhecido como LG, Cebolinha, Lopes ou Jony. Seu principal homem de confiança e gerente geral do morro é o também traficante Gilberto Coelho de Oliveira, o Gil. O Morro do Dendê também serve de abrigo a bandidos oriundos de favelas ocupadas pelas Unidades de Policia Pacificadora (UPP).

procurados-morro-dende-ilha

Guarabu tem 17 mandados de prisão e 24 anotações criminais por formação de quadrilha ou bando, tráfico de drogas, associação ao tráfico, homicídio, roubo e porte ilegal de armas. Existe uma recompensa de R$ 10 mil por informações que levem a sua captura. Contra Gil, há 11 mandados de prisão e anotações por formação de quadrilha ou bando, tráfico de drogas, associação ao tráfico, homicídio, roubo, porte ilegal de armas e uma recompensa de R$ 2 mil por sua captura.

Traficante-Fernandinho-Guarabu-dendeOutros criminosos da cúpula do tráfico no Dendê são Carlos Alberto Cambraia Júnior, o Metal, e Maria Carina da Silva Coelho, a Perereca. Ele é o braço direito de Gil e anda pela favela vestido como um militar, de calça camuflada, colete à prova de balas, granadas, botas e luvas de combate. Por ser armeiro, todo o material bélico tem sua inspeção. Já Perereca é subordinada a Guarabu e se apresenta como irmã do chefe. Ela negocia armas e drogas e recebe informações sobre futuras operações que acontecem no Complexo. É ainda a responsável pela contabilidade do tráfico. A recompensa pela prisão de cada um vale R$ 1 mil.

Quem tiver alguma informação sobre localização e paradeiro da quadrilha de Fernandinho Guarabu, pontos de drogas e arsenal de armas e drogas, pode denunciar através de mensagem de texto, vídeo ou fotos para o aplicativo de mensagens do WhatsApp do Portal dos Procurados 96802-1650, ou entre em contato com a Central Disque-Denúncia pelo 2253-1177. O anonimato é garantido.

 



 

Carro de policial é atingido por tiros em atentado terrorista do Primeiro Grupo Catarinense

Fonte: G1

O número de ataques em Santa Catarina subiu para 102, segundo a Polícia Militar. No início da tarde desta sexta-feira (10), um PM informou que o carro dele havia sido alvejado por dois disparos de arma de fogo, em Tubarão, no Sul do estado. No local, foi recolhida uma cápsula calibre 380. A informação foi divulgada no final da tarde com a atualização do relatório de atentados no estado.

Desde o dia 26 de setembro foram registradas 23 apreensões de materiais suspeitos, totalizando 124 ocorrências em 34 cidades. No total, dois suspeitos foram mortos, um agente penitenciário aposentado assassinado, 57 pessoas presas e 18 adolescentes apreendidos.

Apesar de a última ocorrência confirmada ter sido registrada às 14h22 desta sexta, a PM não sabe confirmar a data e o horário exatos em que aconteceu o ataque. O policial dono do veículo acredita que tenha sido entre 12h de quarta-feira (8) e esta sexta, quando ele chegou em casa e percebeu as perfurações. Um dos disparos atingiu a porta do automóvel e outro, o pneu. Ele estava estacionado na garagem da casa.

Ainda no Sul do estado, em Laguna, a sede social da Polícia Militar do bairro Vila Vitória foi queimada na manhã desta sexta. De acordo com a PM, funcionários chegaram no local por volta das 8h e descobrirarm o que aconteceu no vestiário que ficou danificado pelas chamas. Foram encontrados três garrafas de líquido inflamável, três latas de tintas, celadores, uma máquina de fabricação de lajotas e uma máquina lava-jato. O local fica a 500 metros de uma empresa onde dois caminhões foram queimados na madrugada desta sexta. Os veículos ficaram destruídos pelo incêndio.

Também na madrugada desta sexta (10), um colégio em Penha teve duas salas incendiadas. Um vigilante que estava no local alegou que uma pessoa invadiu a sala da direção e pegou as chaves das portas. Materiais inflamáveis foram colocados em diversos pontos diferentes, segundo a PM.

Posição da Polícia Militar

Segundo o Centro de Comunicação Social da PM, é possível afirmar que o estado teve na quinta-feira (9) o primeiro dia sem atentados desde o início da terceira onda de violência, em 26 de setembro. Entretanto, um caso parecido com alguns ataques, mas que não foi considerado atentado, ocorreu na madrugada do mesmo dia em Imbituba, no Sul catarinense.

Dois ônibus particulares ficaram destruídos após um incêndio. Bombeiros e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) acreditam que infratores tenham colocado fogo nos veículos, mas a Polícia Militar (PM) da cidade não confirma que a origem da ocorrência seja criminosa.

Na tentativa de combater a terceira onda de atentados, a PM reforçou o efetivo com policiais que estavam em férias e também de batalhões especiais como Bope, Choque e Ambiental. A corporação realiza barreiras e ações preventivas em locais considerados pelos setores de inteligência como de maior vulnerabilidade.

Diferente das outras duas ondas de atentados registradas no estado, uma em novembro de 2012 e outra em fevereiro de 2013, nesta terceira, ordens partiram de dentro e fora do sistema prisional, segundo a tenente-coronel Claudete Lemkuhl. Outra característica desta onda de atentados em relação às outras é o uso por parte de criminosos das redes sociais para espalhar mensagens falsas e causar pânico. A PM orienta que os internautas não passem essas mensagens adiante: que as ignorem ou informem à polícia.

Para ajudar a combater a ação dos criminosos, soldados da Força Nacional de Segurança atuam em Santa Catarina. Eles chegaram na madrugada do último sábado (4) e auxiliaram na transferência de 20 detentos catarinenses para outros estados.

Na noite de terça-feira (7), em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal, eles começaram a atuar em 10 barreiras fixas nas regiões de divisa com o Paraná, Rio Grande do Sul e Argentina. O objetivo é coibir a entrada de armas e drogas e a circulação de foragidos da Justiça. O primeiro relat´porio das operações, divulgado na noite desta quinta-feira (9), indicou que cinco pessoas haviam sido presas, uma pistola apreendida, dois veículos recuperados e também foram apreendidos equipamentos e materiais contrabandeados.

Ordem para os ataques

No dia 2 de outubro, o delegado responsável pela divisão de repressão ao crime organizado da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), Procópio Silveira Neto, havia dito que as ordens dos ataques partiram de presos transferidos de Santa Catarina para a Penitenciária Federal de Mossoró (RN). Segundo ele, os apenados daquele estado se comunicam com os que estão na penitenciária catarinense de São Pedro de Alcântara. “[As ordens partiram] de Mossoró para São Pedro de Alcântara e daí se difundiram para rua”, complementou.

Dois dias depois, sábado (4), o delegado-geral da Polícia Civil, Aldo Pinheiro D’Ávila, disse que as afirmações sobre a ordem para os atentados ter vindo do presídio de Mossoró (RN), para onde foram transferidos outros presos durante a onda de ataques de 2013, não é confirmada. Segundo o delegado, a informação é baseada em gravações cujas origens ainda estão sendo investigadas. “Qualquer informação ainda é precipitada”, disse ele.

Esta terceira onda de ataques, segundo a polícia, é coordenada pela mesma facção criminosa das duas anteriores. Em fevereiro de 2013, 37 homens, que estavam detidos em unidades prisionais catarinenses foram transferidos para o Rio Grande do Norte e três para Porto Velho. Eles foram movidos na intenção de desarticular a facção criminosa que estava em atuação na segunda onda criminosa, entre 30 janeiro e 3 de março daquele ano. Nesse período, ocorreram 114 atentados em 37 cidades catarinenses, segundo a PM. Antes, em 2012, ocorreu a primeira onda de atentados no estado, com 63 alvos de 12 a 18 de novembro.

 



 

Sara de Andrade Ferreira, mãe de menina maltratada por padrasto é presa em Araçatuba, SP

Sara-de-Andrade-FerreiraFonte: G1

A mãe da menina que sofreu maus-tratos em Araçatuba (SP), Sara de Andrade Ferreira, de 21 anos, foi presa na tarde desta quinta-feira (9) depois de a Justiça decretar a prisão preventiva da mulher. Sara, que foi presa na casa de um parente, deve ser transferida nos próximos dias para a cadeia de General Salgado (SP).

Segundo a decisão da Justiça, existem sérios indícios de que Sara filmou, fotografou e participou de todas as situações praticadas contra a filha e que a mãe não tomou nenhuma atitude para impedir as condutas do padrasto, o empresário Maurício Moraes Scaranello, de 35 anos. Ainda segundo a decisão, manter Sara solta é colocar em risco a integridade física da filha.

Em depoimento para a polícia na semana passada, a mãe nega que tenha participado dos vídeos e que não sabia que a filha sofria maus-tratos do padrasto. Em entrevista à reportagem da TV TEM, Sara disse que não sabia o que o padrasto fazia com a filha. “Tudo que estão falando tem me magoado, porque ninguém conhece meu coração, as pessoas estão falando que eu sabia dos vídeos, eu não sabia de maneira nenhuma. Foi um susto pra mim, demonstra que eu não conhecia a pessoa com quem eu morava. Tudo isso está sendo um choque pra mim. Os vídeos têm sido um choque pra mim, procuro nem ver televisão porque isso me magoa demais.”

A Polícia Civil concluiu na sexta-feira (3) o inquérito que investiga os maus-tratos. Maurício e Sara foram indiciados pelos crimes de tortura e por guardar material considerado pornográfico da criança.

O empresário Maurício Scaranello foi preso na casa onde mora, em um condomínio de luxo em Araçatuba (SP), no último dia 26 de setembro. A polícia disse que a menina estava trancada sozinha dentro de um quarto e que encontrou fotos da enteada nua no celular dele. O empresário foi transferido na tarde desta quarta-feira (8) para a penitenciária de Tremembé (SP). A informação foi confirmada pela Secretaria da Administração Penitenciária (SAP). Segundo a secretaria, ele permanecerá em regime de observação, ou seja, separado dos demais presos por 10 dias; neste período, só receberá visitas de advogados.

Já sobre a guarda da menina, que está em um abrigo sob cuidados do Conselho Tutelar, psicólogos e assistentes sociais do Tribunal de Justiça já começaram a estudar e avaliar as condições do pai, Anderson Luiz de Souza, e da avó materna da menina. Os dois, que pediram na Justiça a guarda da menina, já receberam visitas para o estudo psicossocial. Um casal de tios da mãe da criança também entrou com o pedido de guarda, mas a Justiça ainda não avaliou as condições desses parentes. A menina está desde quarta-feira, 1º de outubro, em um abrigo de Araçatuba aguardando a decisão da Justiça.

Segundo o advogado do pai, Vitor Donisete Biffe, a vistoria na casa de Anderson, de 35 anos, já foi realizada para saber se a menina terá condições de ir para a casa do pai. “Segundo o pai, deu tudo certo na vistoria. Acredito que esta ação dos irmãos é uma tentativa de manter a criança perto da mãe. Não vejo motivo de tirar do pai a guarda e passar para um parente mais distante”, afirma o advogado. Anderson entrou com pedido de guarda da criança no último dia 30 de setembro.

O pai da menina maltratada pelo padrasto visitou a filha no último fim de semana em um abrigo cuidado pelo Conselho Tutelar. O funileiro Anderson Luiz de Souza, de 35 anos, disse que a menina ainda aparenta estar traumatizada com o que aconteceu. “Ela está bem melhor, mas um pouco traumatizada ainda. Ela está bem mais quieta do que o normal, mas ela não perguntou a razão de estar no abrigo”, afirmou.

Mauricio-Scaranello-torturaVídeos

A polícia divulgou os vídeos da criança sendo maltratada pelo padrasto. Em um deles, ela aparece amarrada pelas pernas com fita adesiva. Maurício fala para a menina andar e ri quando ela cai no chão. Em outro vídeo, o empresário grita e assusta a menina, que estava cochilando. Ele também tenta abrir à força os olhos da criança.

Outra gravação mostra a menina dormindo no carro, presa pelo cinto de segurança. Como a cabeça dela balança de um lado para o outro, por causa do movimento do carro, o padrasto brinca falando que a menina ficou com sono após tomar uísque. Desta vez, quem está filmando é a mãe da menina, a jovem Sara de Andrade Ferreira, de 21 anos.

A mãe perdeu a guarda da filha depois que que um laudo da perícia feita no computador e nos celulares do casal mostrou que ela também participava de alguns vídeos.

Scaranello já prestou depoimento duas vezes. Segundo informações da delegada titular da Delegacia de Defesa da Mulher, Luciana Pistori, o padrasto disse, em depoimento, que os vídeos faziam parte de uma brincadeira. “O padrasto disse que era tudo uma brincadeira e em nenhum momento ele queria judiar da criança. Acho que ele tinha consciência das atitudes que tomou”, afirmou.

Tapa na testa

A polícia divulgou na quinta-feira (2) mais vídeos da menina gravados pelo padrasto. Em um deles a criança chora pedindo mamadeira, mas o empresário se recusa e diz que só vai dar se ela o chamar de “papai“. No outro, o empresário canta uma música e ao final dá um tapa na testa da menina.

Segundo informações da delegada titular da Delegacia de Defesa da Mulher, Luciana Pistori, o padrasto disse, em depoimento, que os vídeos faziam parte de uma brincadeira. “O padrasto disse que era tudo uma brincadeira e em nenhum momento ele queria judiar da criança. Acho que ele tinha consciência das atitudes que tomou”, afirmou.

A polícia também encontrou no celular do empresário vídeos onde ele impede a criança de dormir e dá cebola à menina dizendo ser maçã.

O laudo do Instituto Médico Legal, divulgado na quarta-feira (1º), apontou que a menina teve lesões causadas por cola de alta adesão. O documento confirma o teor da denúncia que levou à prisão do empresário. Mas, em depoimento à polícia ao ser preso, ele afirmou que a existência de cola na menina era fruto de um “acidente”.

O laudo traz informações detalhadas das partes do corpo da menina atingidas pela cola e atesta também que ela não sofreu nenhum tipo de abuso sexual. O resultado foi anexado ao inquérito.

 



 

Operação Ave de Rapina: PMs do Batalhão da Ilha são presos acusados de sequestro e extorsão

coronel-pmFonte: O Dia e R7

Rio – Agentes da Subsecretaria de Inteligência (SSINTE) da Secretaria de Segurança realizam na manhã desta quinta-feira a Operação Ave de Rapina. O objetivo é cumprir 16 mandados de prisão contra policiais militares do 17ºBPM (Ilha do Governador), entre eles dois oficiais, além de 32 de busca e apreensão. A ação é realizada com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público, Corregedoria Geral Unificada (CGU), da Polícia Civil e da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (DRACO/IE).

O ex-comandante do 17ºBPM, tenente-coronel Dayzer Corpas Maciel, e o chefe da Segunda Seção (P-2) do batalhão, 1° tenente Vítor Mendes da Encarnação, já foram presos nesta quinta. Eles tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça e serão afastados de suas funções por ordem judicial.

Como O DIA divulgou na sua edição de quarta-feira, a cúpula da PM decidiu trocar o comando de diversos batalhões e Dayzer Corpas havia deixado o da Ilha para integrar o quadro do Comando de Policiamento Especializado (CPE). Órgão considerado estratégico, principalmente com relação ao patrulhamento de vias expressas. Ele foi substituído por Wagner Guerci Nunes.

Segundo as investigações, os PMs mantinham relações com diversos traficantes, especialmente com Fernando Gomes de Freitas, conhecido como Fernandinho Guarabu. De acordo com o SSINTE, no dia 16 de março deste ano, policiais do 17ºBPM realizaram uma abordagem num veículo com cinco criminosos. Com eles foram localizados quatro fuzis, 18 granadas, três pistolas, oito carregadores e munição. Também foram subtraídos cordões de ouro e relógios. A ação dos PMs foi flagrada por uma câmera de segurança no local da ocorrência.

Porém, os PMs apresentaram somente três dos cinco traficantes. Os outros dois foram levados para o bairro Itacolomi, ainda na Ilha do Governador, onde ocorreu a sequência da negociação. O resgate deles foi negociado com uma advogada e foram liberados após sete horas, após o pagamento de R$ 300 mil. Ainda de acordo com as investigações, as munições, pistolas e fuzis ficaram com os policiais, que depois foram negociados com os criminosos pelo valor de R$ 140 mil.

As investigações apontam que na ocasião, o comandante Dayzer Corpas Maciel e o chefe do Serviço Reservado Vítor Mendes da Encarnação souberam do ocorrido e se beneficiaram financeiramente com o fato. O comandante, por exemplo, teria ficado com a quantia de R$ 40 mil.

Matéria da Record

 



 

Matéria da Record sobre adolescentes infratores no Degase – Parte 2

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Matéria da Record sobre adolescentes infratores no Degase

Fonte: R7

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Dez mulheres são presas com maconha nas partes íntimas em visita a presídios

maconha-na-bucetaA recordista foi Rosângela Torres da Silva, que conseguiu guardar 267 gramas de maconha.

A manhã deste sábado teve um total de dez mulheres detidas tentando entrar com drogas nas unidades prisionais do Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Todas levavam o material escondido nas partes íntimas e foram surpreendidas após o uso do scanner corporal.

Veja a lista

– Daniele Valdovino Barcellos estava com 103g de erva seca picada e pó branco, supostamente maconha e cocaína. A droga seria destinada ao interno Adriano da Silva Bento, acautelado no Instituto Penal Plácido Sá Carvalho.

– Rosângela Torres da Silva estava com 267g de erva seca picada e pó branco, supostamente maconha e cocaína. A droga seria destinada ao interno Ueverton Sodré dos Santos, acautelado na Penitenciária Serrano Neves, Bangu 3.

– Maryângela da Silva Acácio estava com 147g de erva seca picada e pó branco, supostamente maconha e cocaína. A droga seria destinada ao interno Rogério dos Santos, acautelado na Penitenciária Moniz Sodré.

– Thaís Pereira Inácio estava com 92g de erva seca picada, supostamente maconha. A droga seria destinada ao interno Jaelson de Souza do Nascimento, acautelado no Presdídio Elizabeth Sá Rego, Bangu 5.

– Flávia Cristina de Oliveira Batista estava com 111g de erva seca prensada, supostamente maconha. A droga seria destinada ao interno Eric Veloso dos Santos, acautelado na Penitenciária Jonas Lopes de Carvalho, Bangu 4.

– Jaqueline Olegário dos Reis estava com 167g de erva seca prensada, supostamente maconha. A droga seria destinada ao interno Anderson dos Reis Nepomuceno, acautelado na Penitenciária Moniz Sodré.

– Crislaine Cristina de Oliveira Teixeira estava com 69g de erva seca picada, supostamente maconha. A droga seria destinada ao interno Elias da Silva Satorna, acautelado na Penitenciária Moniz Sodré.

– Taís da Silva dos Santos estava com 90g de erva seca picada, supostamente maconha. A droga seria destinada ao interno Paulo da Silva de Souza Castro, acautelado na Penitenciária Jonas Lopes de Carvalho, Bangu 4.

– Keyla dos Santos Brum estava com erva seca picada e pó branco. O material seria destinado ao interno Thiago Santos Barros, acautelado na Penitenciária Serrano Neves, Bangu 3.

– Vanessa da Silva Pereira estava com um chip escondido nas partes íntimas. O material seria destinado ao interno Adriano Bezerra da Silva, acautelado no Instituto Penal Plácido Sá Carvalho.

 



 

Mulher morre depois de ser baleada próximo à estação Tanque do BRT

Fonte: G1

Uma mulher morreu na noite desta sexta-feira (3) depois de ser baleada em uma tentativa de assalto ocorrida na Rua Geremário Dantas, próximo à estação Tanque do BRT Transcarioca, na Zona Oeste do Rio. De acordo com o 18º BPM (Jacarepaguá), criminosos teriam tentado assaltar um policial, que reagiu, dando início a uma troca de tiros.

Segundo a unidade policial, a tentativa de assalto ocorreu por volta das 20h30. A vítima, identificada como Ana Marbela, de 41 anos, estava no banco de trás do carro do PM, acompanhada de sua irmã. Não se sabe se ela foi atingida por uma bala perdida ou se os criminosos atiraram diretamente contra ela durante a fuga. O policial, lotado do 14º BPM (Bangu), estaria de folga no momento.

Ainda segundo o 18º BPM, a vítima chegou a ser levada em um carro particular até o grupamento do Corpo de Bombeiros da região, mas morreu antes de receber atendimento.

Nenhum suspeito foi detido. Equipes da Divisão de Homicídios foram mobilizadas para investigar o caso. Até as 7h30, somente a irmã de Ana Marbela havia prestado depoimento na delegacia.